Uma animação incrível, que conta a história dos Videogames da Nintendo, dos portáteis e de mesas!
Origem da revista Ação Games

Conheça a história da origem da revista Ação Games, uma das revistas de videogame mais antigas e queridas do Brasil, que encerrou sua publicação regular em janeiro de 2002. Futuras reportagens especiais contarão também as origens das revistas Videogame e SuperGamePower.
Saudade da revista como outras antigas! Lembro as fitas de VHS da Ação Games eu tenho ate hoje os controles de chaveiro da revista Ação Games que era os brindes da revista.
Mais ainda hoje com a internet em alta com vários sites e blog de Video Games (o NPortátil é um deles), eu adoro ter uma revista em mão, quem se lembra da Revista NGamer já faz um ano que foi cancelada no Brasil! Hoje compro a Nintendo World e a OLD!Gamer.
Square Enix inaugura site japonês para os 25 anos de Final Fantasy

A Square Enix inaugurou o site oficial do 25º aniversário da sua principal franquia do gênero de RPG, o Final Fantasy, que no site faz menção aos 14 jogos de sua linha principal e aos dois jogos comemorativos dos 25º aniversário da franquia já lançados no Japão, Final Fantasy Brigade e Theatrhythm Final Fantasy. Você pode conferir o site, clicando aqui.
Final Fantasy (ファイナルファンタジー) é uma franquia criada por Hironobu Sakaguchi, desenvolvida e detida pela Square Enix (antiga Square). A franquia possui como elementos principais a série de jogos electrónico de RPG, mas incluí filmes, animes, livros e outros elementos. A série começou em 1987 com o videojogo Final Fantasy produzido numa altura que a Square atravessava grandes dificuldades financeiras, pelo que pensava-se ser o seu último jogo. Contudo, o jogo foi um grande sucesso, pelo que salvou a empresa da falência e deu início a uma série. Desde então, a série de videojogos estendeu-se para outros géneros como RPG electrónico de estratégia, RPG electrónico de acção, Massively multiplayer online role-playing game, e corrida.
Apesar de a maioria dos títulos do Final Fantasy terem enredos, lugares e elencos independentes, eles possuem elementos comuns que definem a franquia. Alguns desses elementos passam pela semelhança entre enredos, nomes das personagens e jogabilidade. Os enredos centram-se num grupo de heróis que enfrentam um grande inimigo, enquanto as personagens aprendem a lidar com os seus próprios conflitos internos e relações interpessoais. Os nomes das personagens normalmente derivam da história, línguas e mitologias de culturas de todo o mundo.
A série tem sido comercialmente bem-sucedida, vendendo mais de 97 milhões de exemplares, e bem-recebida pela crítica e detém sete recordes do Guinness. A série é reconhecida pela sua inovação, os gráficos, e música, como o uso de full motion videos, personagens foto-realistas, e a música orquestrada da autoria de Nobuo Uematsu. Final Fantasy tem sido uma força de inovação no mercado dos videojogos, influenciado a gestão da Square e a sua relação com outras produtoras de jogos eletrônicos. Também foi responsável pela introdução de vários aspectos comum em RPGs e é acreditada pela disseminação de RPGs nos mercados ocidentais. A maior competição da série provém do Dragon Quest, outra franquia da Square Enix.
O primeiro jogo da série foi lançado no Japão a 18 de Dezembro de 1987. Os títulos subsequentes foram numerados e possuem uma história independente dos jogos anteriores; assim, os números referem-se mais a volumes do que a sequências. Muitos jogos do Final Fantasy foram adaptados para os mercados da América do Norte, Europa e Austrália para várias consolas, PC, e smartphones. A série conta com 28 jogos, incluindo os jogos da série principal, assim como as sequências diretas e as spin-offs. As maiorias dos jogos antigos foram refeitos ou relançados para múltiplas plataformas.
Os três primeiros jogos da série foram editados para a Nintendo Entertainment System (NES). O primeiro Final Fantasy foi lançado no Japão em 1987 e na América do Norte em 1990. O jogo introduziu muitos conceitos do gênero de RPG de console, e desde então tem sido refeito para várias plataformas. Final Fantasy II, lançado em 1988 no Japão, tem sido lançado junto com o primeiro jogo em vários relançamentos. O último jogo para NES, Final Fantasy III, foi lançado no Japão em 1990, entretanto, o jogo não foi lançado fora do Japão até o remake para Nintendo DS em 2006.
O Super Nintendo Entertainment System (SNES) também recebeu três jogos da série principal, todos sendo relançados para várias plataformas. Final Fantasy IV foi lançado em 1991, na América do Norte, foi lançado como Final Fantasy II. O jogo introduziu o sistema de “Active Time Battle” Final Fantasy V, lançado em 1992 no Japão, foi o primeiro jogo da série a produzir uma sequência: uma curta série de anime chamada Final Fantasy: Legend of the Crystals. Final Fantasy VI foi lançado no Japão em 1994, sendo lançado na América do Norte como Final Fantasy III.
O PlayStation também teve três jogos da série principal. O em1997, o jogo Final Fantasy VII foi o primeiro jogo da série a apresentar gráficos em 3D, o jogo possuía personagens poligonais em fundos pré-renderizados. Também introduziu uma ambientação mais moderna, estilo que foi seguido no jogo seguinte. Também foi o primeiro da série a ser lançado na Europa. O oitavo jogo foi lançado em 1999, sendo o primeiro a usar consistentemente personagens com proporções realísticas e ter um vocal como música tema. Final Fantasy IX, lançado em 2000, voltou às raízes da série ao apresentar uma ambientação mais tradicional da série ao invés dos mundos modernos de VII e VIII.
Mais três lançamentos, incluindo um jogo online, foram lançados para PlayStation 2 (PS2). O jogo de 2001 Final Fantasy X introduziu áreas completamente em 3D e dublagem, e foi o primeiro a ter uma sequência direta em jogo (Final Fantasy X-2). Final Fantasy XI foi lançado para PS2 e PC em 2002, e depois para Xbox 360. O primeiro Massively multiplayer online role-playing game (MMORPG) da série, Final Fantasy XI também introduziu as batalhas em tempo real ao invés de encontros aleatórios. Final Fantasy XII, lançado em 2006, também incluiu muitas batalhas em tempo real e campos interconectados.
Lado B – Evolução do portátil da Nintendo
O site GAMEPRO, colocou uma imagem das evoluções do portátil da Nintendo com tema da Pokédex do jogo Pokémon, que você pode ver logo abaixo, sentir volta do Virtual Boy!
Trajetória de Guitar Hero

Hoje dia 13 de julho é o dia internacional do Rock, então vamos prestar uma homenagem para um jogo, o Guitar Hero. Deixo logo abaixo a trajetória da serie do jogo.
Guitar Hero é uma série popular de videogames de gênero musical, publicado pela RedOctane em parceria com a Activision e desenvolvido inicialmente pela empresa Harmonix Music Systems até o ano de 2007, passando a continuação da série para a famosa empresa Neversoft.
A série é famosa por usar um controle especial no formato de guitarra elétrica que simula a desempenho de um musico de rock. O jogador pressiona os botões no controles de acordo com “notas coloridas” que aparecem na tela, simulando o concerto do jogador em uma banda de Rock. No jogo, há o modo individual, onde o jogador participa de uma carreira baseada na história de sua banda, bem como o modo cooperativo, onde dois jogadores tocam em conjunto sendo um guitarrista e outro baixista da banda (alternando, dependendo da música, para um na guitarra base e outro na guitarra solo), e o modo competitivo onde dois jogadores executam um “duelo de guitarras” tendo um como vencedor. A série utilizou-se em seu repertorio, várias canções de bandas independentes e consagradas do rock, desde anos 60 até os tempos de hoje, passando por vários subgêneros do estilo musical. No total, sete jogos da série foram lançados para diversos console, tendo sido anunciado o lançamento de novos jogos da série confirmando assim a continuação.

Guitar Hero®
Data de Lançamento
08/11/2005
Plataforma(s):
PlayStation 2
Guitar Hero é um videojogo de música desenvolvido pela Harmonix Music Systems e publicado pela RedOctane para o console Playstation 2. É a primeiro jogo da série Guitar Hero. O desenvolvimento do jogo foi um resultado da colaboração entre RedOctane e Harmonix para trazer um jogo GuitarFreaks para a América do Norte.

Guitar Hero® II
Data de Lançamento
07/11/2006
Plataforma(s):
PlayStation 2 e Xbox 360
Guitar Hero II é um jogo musical desenvolvido pela Harmonix Music Systems e publicado pela RedOctane. Ele é o segundo título da série Guitar Hero e a seqüência direta de Guitar Hero. Foi primeiramente lançado para PlayStation 2 em novembro de 2006 e então convertido para Xbox 360 em abril de 2007, com conteúdo adicional não presente na versão para PlayStation 2.

Guitar Hero® Encore: Rocks the 80s
Data de Lançamento
24/07/2007
Plataforma(s):
PlayStation 2
Guitar Hero Encore: Rocks the 80s é uma versão da série Guitar Hero lançada para o Playstation 2.
Esse é o último da série a ser desenvolvido pela Harmonix antes da criação da série Rock Band. Guitar Hero III: Legends of Rock, a continuação da série, foi desenvolvida pela Neversoft, subsidiária da Activision.

Guitar Hero® III: Legends of Rock
Data de Lançamento
28/10/2007
Plataforma(s):
Play Station 3, Xbox 360, Wii, PlayStation 2, PC e Mac
Guitar Hero III: Legends of Rock é um jogo eletrônico musical desenvolvido pela Neversoft e distribuído pela Activision e RedOctane. Ele é o terceiro título concreto da série Guitar Hero, e o quarto título em geral. Guitar Hero III foi primeiramente lançado para PlayStation 2 e Xbox 360, com a versão para PlayStation 2 desenvolvida pela Budcat Creations, a versão para Wii pela Vicarious Visions e a versão para PC pela Aspyr.

Guitar Hero®: On Tour
Data de Lançamento
17/06/2008
Plataforma(s):
Nintendo DS Lite
Guitar Hero On Tour é um jogo musical que faz parte da série Guitar Hero. Ele foi lançado apenas para o console portátil, Nintendo DS.
O jogo foi muito elogiado pela crítica por conter uma trilha sonora “extensa” para um portátil, e devido ao controle periférico que se encaixa ao aparelho, que contém apenas quatro notas (uma a menos do que no controle padrão).

Guitar Hero® Aerosmith®
Data de Lançamento
29/06/2008
Plataforma(s):
Play Station 3, Xbox 360, Wii, PlayStation 2 e PC
Guitar Hero: Aerosmith é um jogo da série “Guitar Hero” em que é priorizada a banda norte-americana que foca na carreira da banda Aerosmith.

Guitar Hero® World Tour
Data de Lançamento
28/10/2008
Plataforma(s):
Play Station 3, Xbox 360, Wii, PlayStation 2, PC e Mac
Guitar Hero World Tour é a quarta versão da série Guitar Hero, Foi desenvolvido pela Neversoft e publicado pela RedOctane e Activision.
Segundo o informante Game o jogo irá permitir aos usuários criar novas músicas, incluindo bateria, vocal, guitarra e baixo, embora o modo estúdio será sem vocais, devido a limitações de armazenamento e de direitos autorais. Confirma-se que os jogadores serão capazes de enviar e compartilhar suas canções.

Guitar Hero® On Tour: Decades
Data de Lançamento
16/11/2008
Plataforma(s):
Nintendo DS Lite
Guitar Hero On Tour: Decades é um jogo da série Guitar Hero. Ele foi desenvolvido pela Vicarious Visions e publicado pela Red Octane e Activision. O jogo é compatível com a versão anterior, Guitar Hero: On Tour, usando o Wi-Fi para que usuários troquem músicas entre os jogos.

Guitar Hero® Metallica®
Data de Lançamento
29/03/2009
Plataforma(s):
PlayStation 3, Xbox 360, Wii e PlayStation 2
Guitar Hero: Metallica é um jogo da série “Guitar Hero” em que é priorizada a banda norte-americana Metallica. Assim como “Guitar Hero: Aerosmith”, este novo jogo não trouxe todas as músicas do Metallica, mas sim boa parte delas. Promete ser mais difícil do que a terceira edição do jogo, principalmente pelo quinto show. Além dos integrantes da banda, haverá também a participação de King Diamond do Mercyful Fate e de Lemmy do Motörhead.

Guitar Hero® On Tour: Modern Hits
Data de Lançamento
09/06/2009
Plataforma(s):
Nintendo DS Lite
Guitar Hero On Tour: Modern Hits é um jogo da série Guitar Hero é o terceiro jogo para o Nintendo DS. Ele foi desenvolvido pela Vicarious Visions e publicado pela Red Octane e Activision. O jogo é compatível com a versão anteriorers, Guitar Hero: On Tour e Guitar Hero On Tour: Decades, também usa o Wi-Fi para que usuários troquem músicas entre os jogos.

Guitar Hero® Smash Hits
Data de Lançamento
16/06/2009
Plataforma(s):
PlayStation 3, Xbox 360, Wii e PlayStation 2
Guitar Hero: Smash Hits é um jogo musical da série Guitar Hero. O jogo tem 48 canções dos 5 primeiros jogos da série: Guitar Hero, Guitar Hero II, Guitar Hero Encore: Rocks the 80s, Guitar Hero III: Legends of Rock e Guitar Hero: Aerosmith. Todas as canções têm suporte para bateria e microfone, além da guitarra e do baixo.

Guitar Hero® 5
Data de Lançamento
07/01/2009
Plataforma(s):
Play Station 3, Xbox 360, Wii e PlayStation 2
Guitar Hero 5 é um jogo da série Guitar Hero da franquia de videogames. O jogo conta com o novo modo “Party Play”, onde o jogador poderá trocar de instrumento e de dificuldade no meio da música.
Guitar Hero 5 contém 85 músicas de 83 artistas independentes, e como os jogos anteriores de Guitar Hero, vários músicos d vida real foram modelados através de captura de movimento para personagens jogáveis no jogo, incluindo Johnny Cash, Carlos Santana, Shirley Manson, Matthew Bellamy e Kurt Cobain. O jogo continua a apoiar o estúdio de música criada pelo usuário introduzido em Guitar Hero World Tour através do “GHTunes” e o conteúdo para download adicional para o jogo também estão disponíveis. A maioria das trilhas existentes para download a partir de World Tour são compatíveis com Guitar Hero 5, junto com o selecionado no disco músicas de World Tour, Guitar Hero: Metallica e Guitar Hero: Smash Hits. Este conteúdo também pode ser importado para o Band Hero.

Guitar Hero® Van Halen®
Data de Lançamento
22/12/2009
Plataforma(s):
PlayStation 3, Xbox 360, Wii e PlayStation 2
Guitar Hero: Van Halen é um jogo focado na banda norte americano Van Halen, mas possui músicas de bandas convidadas. Guitar Hero: Van Halen é o terceiro jogo da série a ser dedicado a uma banda. Estão confirmados no jogo a formação atual do quarteto, David Lee Roth, Eddie Van Halen, Alex Van Halen e Wolfgang Van Halen.

Guitar Hero® Warriors of Rock
Data de Lançamento
28/07/2010
Plataforma(s):
Play Station 3, Xbox 360 e Wii
Guitar Hero: Warriors of Rock é o sexto da série principal Guitar Hero. Devido a venda pouco significante de jogos musicais em 2009, a Activision, publicadora da série Guitar Hero, dissolveu a RedOctane e a Neversoft da divisão de Guitar Hero. Mesmo assim, este foi o último jogo da série Guitar Hero produzido pela Neversoft.
22 anos de Game Boy
Hoje dia 21 de abril de 2011 o portatil da Nintendo, o Game Boy faz 22 anos de vida.
O Game Boy (em japonês: ゲームボーイ) é um console portátil desenvolvido pela Nintendo em 1988 e no dia 21 de abril de 1989 foi para prateleiras das lojas japonesas.
O projecto foi anunciado e mostrado na feira E3 de 1987, porque a Nintendo queria entrar no mercado de portáteis. Com o grande sucesso da NES, a empresa tentou, mais uma vez, para fazer sucesso com este console. Em 1988, já estava tudo pronto, e começava a ser vendida em Abril de 1989.
O aparelho tinha de ser uma consola de jogos realmente portátil (cabia no bolso de quaisquer camisas ou calças), simples (o processador principal tinha apenas 4,19 Mhz e o sua tela era a preto e branco), eficiente (as pilhas duravam até 20 horas consecutivas), barato (foi lançado pelo equivalente a 100 dólares) e que levaria até aos jogadores, onde quer que estivessem, a diversão até então só experimentada no conforto dos seus lares ou em salões de jogos.
O Game Boy surgiu em 1989 com um tela de cristais líquidos monocromático de fundo verde, jogos a preto e branco, gráficos de 8-Bites e com a possibilidade de ser jogado por mais do que uma pessoa, utilizando o Cabo Game Link. Vinha já de fábrica com o jogo Tetris e a sua produção durou entre 1989 e 1995.
Em 1996 surgiu o Game Boy Pocket, com acabamentos em prateado metalizado, 30% menor que o Game Boy normal e écrã monocromático mais nítido. Funcionava com 2 pilhas AAA, o que lhe possibilitava caber na palma da mão, mantendo o mesmo tamanho do écrã, porém com mais brilho e nitidez.
Em 1997 surgiu o Game Boy Light, uns milímetros maior do que o Game Boy Pocket, só que com um extra – luz interna, o que lhe permitia ser jogado no escuro, e também perdeu o fundo esverdeado, que cansava bastante a vista. Este modelo é bastante raro, pois só foi lançado no Japão.
Em 1998 surge o Game Boy Color, já com um écrã a cores e a capacidade de reproduzir os antigos jogos dos seus antecessores. A nova tecnologia trouxe um tela LCD de baixo consumo de energia e transmissão de dados por infra-vermelhos em jogos compatíveis.
Em 2001, a Nintendo inova com o Game Boy Advance. Este foi criado para usar dois CPUs (um CPU RISC a 32-Bites e o comum Z-80 de 8-Bites) e com uma tela de 2.9″ a trabalhar com uma resolução de 240 x 160 pixéis e paleta de 32.000 cores. A consola possui um formato horizontal e recebeu a adição dos botões L e R. A energia é obtida através de duas pilhas AA. Conta também com um gerador PCM de som estereofónico, um cabo link para ligação entre consoles para jogos multiplayer até 4 jogadores e, mais tarde link com o também GameCube. Como continua a ter um Z-80 no seu interior, o Game Boy Advance é compatível com todos os jogos anteriores dos Game Boy e Game Boy Color.
Em 2002 saiu o Game Boy Advance SP com apenas 142 gramas, foi uma revolução na indústria de portáteis e que pode ser levado no bolso da camisa. Possui iluminação própria e bateria interna com uma duração de aproximadamente 10 horas. Vendeu 42,8 milhões de unidades em todo o mundo. Esta versão da consola tem, no entanto, um ponto fraco, já que não podem ser utilizados fones de ouvido que não sejam fornecidos pela Nintendo, uma vez que a entrada dos mesmos na consola é semelhante à da bateria.
No ano de 2005, a Nintendo lançou o seu ultimo modelo de Game Boy o Game Boy Micro, que possui a mesma tecnologia do Game Boy Advance, mas remodelado com linhas mais futuristas, frente destacável e écrã menor mas bastante nítido e iluminado. Herdou do Game Boy Advance SP a bateria de lítio e vendeu por todo o mundo 2,5 milhões de unidades.
Top 10: The Legend of Zelda
A série The Legend of Zelda completou essa semana 25 anos. Em 21 de fevereiro de 1986, o game original, criado por Shigeru Miyamoto e Takashi Tezuka para o Famicom (NES no resto do mundo), chegava às lojas japonesas. Ninguém sabia o que estava por vir. Uma das mais adoradas franquias da história dos videogames logo se tornaria uma das mais bem sucedidas.
Histórias emocionantes e personagens cativantes permeiam todos os games, que misturam aventura, combate, exploração e muitos puzzles dentro dos infames “dungeons”. Isso sem falar na fantástica Triforce, item que, de maneira brilhante, une herói, mocinha e vilão – Link, a Princesa Zelda e Ganondorf, respectivamente – em linhas narrativas que se cruzam perigosamente a cada edição.
Somente este ano, teremos o lançamento de mais dois games: Ocarina of Time 3D, remake para o novo portátil da Nintendo, o Nintendo 3DS, e um game inédito, Skyward Sword, para o Wii.
Realidades paralelas, possíveis sequências ou reencarnações ligam os jogos. Se existe uma cronologia única que reúnam todos eles, talvez não se descubra nem nos próximos 25 anos. Em homenagem a esta data especial, e a uma série mais especial ainda, criamos um ranking com seus melhores games:
10 – The Legend of Zelda: Twilight Princess
A última aventura de Link nos consoles, em 2006, foi também um dos games de lançamento do Wii. No game, o herói começa como um simples camponês, até descobrir seu destino de salvar a terra de Hyrule de uma terrível escuridão. Apesar de ótimos gráficos e jogabilidade, e de muitas referências a games anteriores, o jogo foi muito criticado porque Link passa boa parte do tempo transformado em lobo, o que não agradou os fãs.
09 – The Legend of Zelda: The Minish Cap
Lançado em 2005 para o Game Boy Advance, o game mostra Link atravessando uma terra estranha em busca de relíquias fragmentadas. Mas o único meio de conseguir é se tornando microscópico, com a ajuda do Minish Cap do título, e fundindo estas relíquias para resolver puzzles e salvar a diminuta população.
08 – The Legend of Zelda: Majora’s Mask
Já no fim da vida do Nintendo 64, em 2000, fomos presenteados com esta pérola do desenvolvimento de personagem como poucas vezes foi vista antes. Sequência de Ocarina of Time, neste game Link vai parar no estranho mundo de Termina, que será destruída pela lua (com a cara do Ganondorf) em apenas três dias. Com o relógio tocando, viagem no tempo, máscaras estranhas e muita gente para ajudar, ele deve salvar o mundo mais uma vez.
07 – The Legend of Zelda: Four Swords / Adventures
Dois jogos distintos lançados com dois anos de distância, Four Swords saiu em 2002 para o Game Boy Advance juntamente com seu port de A Link to the Past, quase como um experimento multiplayer no qual quatro jogadores competiam e cooperavam, cada um com seu Link de uma cor. Já em Four Swords Adventures (Gamecube, 2004) os quatros Links se reúnem em uma história inédita, com fases amplas e muita liberdade.
06 – The Legend of Zelda: Oracle of Ages / Seasons
Em uma fantástica parceria com a Capcom, o Game Boy Color ganhou em 2001 os jogos interligados Oracle of Ages e Oracle of Seasons, situados no mundo de Holodrum. Em Ages, Link pode manipular o tempo e dar grandes saltos entre passado, presente e futuro. Em Seasons, ele pode manipular as estações do ano e o clima, para resolver puzzles e abrir diferentes passagens.
05 – The Legend of Zelda: Link’s Awakening
Sequência direta de A Link to the Past, este game foi lançado em 1993 para o Game Boy e depois colorizado em 98 para o Game Boy Color. No game, Link se torna náufrago na ilha de Koholint e deve juntar instrumentos para acordar o esquisito Wind Fish e voltar pra casa. Apesar das limitações do portátil, o game foi um sucesso.
04 – The Legend of Zelda: The Wind Waker
Com um visual de cartoon que causou muita polêmica na época, esta edição para o Gamecube em 2003 é sobre… navegação. No futuro, terra de Hyrule é inundada para conter o poder de Ganondorf, e cabe a Link percorrer as ilhas em busca de pistas para recuperar os pedaços da Triforce, enfrentando no caminho de pirata a certas princesas com crise de identidade…
03 – The Legend of Zelda
O game original merece um lugar de destaque pela sua originalidade e por ser um dos primeiros da indústria a ter sua história contada no próprio jogo, não no manual. O esperto sistema de itens, os dungeons dificílimos e chefes memoráveis tornaram The Legend of Zelda referência de aventura de qualidade.
02 – The Legend of Zelda: A Link to the Past
Lançado em 1992, para o SNES, o maior desafio de Link começa em uma Hyrule tomada pela destruição e doenças, que abraça o mago Agahnim como seu salvador, mas logo a princesa Zelda descobre a terrível verdade e manda um pedido de socorro nos sonhos do herói para ele restaure a paz. Com gráficos excelentes para a época, muito mais itens e personagens e dois mundos para explorar, o jogo se tornou um verdadeiro clássico.
01 – The Legend of Zelda: Ocarina of Time
Poucas franquias na indústria fizeram a transição da jogabilidade 2D para a 3D de maneira tão satisfatória como Zelda. O Nintendo 64 já havia mostrado a que veio com seu Super Mario 64, mas The Legend of Zelda: Ocarina of Time o superou. Considerado o marco zero da série, o game cenários vastos e belíssimas animações, além de focar a origem do mal de Ganondorf, explorando temas como destino e a perda da inocência como nunca havia sido visto antes.
Fonte: techtudo
Trajetória de Mario vs. Donkey Kong
Ate de fala do Mario vs. Donkey Kong, temos que fala do primeiro jogo de Shigeru Miyamoto, criador de “Mario” e “Zelda“, fala do clássico “Donkey Kong“.

Ficha Técnica
Donkey Kong
Plataforma: Arcade
Lançamento: 1981
Donkey Kong (ドンキーコング, Donkī Kongu). É um dos primeiros exemplos do gênero plataforma, como o jogo se concentra em manobrar o personagem principal em uma série de plataformas, driblando e saltar sobre obstáculos. O herói era chamdo de Jumpman (agora conhecido como Mario) deve resgatar uma donzela em apuros, Lady (agora conhecido como Pauline), a partir de um macaco gigante chamado Donkey Kong. O herói e o macaco mais tarde se tornaram dois dos personagens mais populares da Nintendo.

Ficha Técnica
Donkey Kong
Plataforma: Game Boy
Lançamento: 1994
Donkey Kong para o portátil da Nintendo é um remeker do jogo para arcade de 1981 de mesmo nome. O jogo também é conhecido como Game Boy Donkey Kong (como visto na tela de início) e também Donkey Kong ’94 (o título promocional antes do lançamento) para diferenciá-lo do jogo de 1981. Como na versão original de Arcade e NES, o jogador controla Mario e deve resgatar Pauline de Donkey Kong.

Ficha Técnica
Mario vs. Donkey Kong
Plataforma: Game Boy Advance
Lançamento: 2004
Como o grande clássico “Donkey Kong” de Arcade. Mario se confronta novamente com Donkey Kong. Mas desta vez Mario não tem que salvar Pauline, mas sim as suas miniaturas de brinquedo de Mario. Tudo começa quando Donkey Kong assiste TV e vê que existe uma nova moda: os Mini-Mario Toys, Donkey Kong vai à cidade e vê que o estoque está esgotado, assim Donkey Kong assalta a indústria de brinquedos pertencente ao Mario, que corre atrás de Donkey Kong para salvar os Mini-Mario Toys.

Ficha Técnica
Mario vs. Donkey Kong 2: March of the Minis
Plataforma: Nintendo DS
Lançamento: 2006
Mario vs. Donkey Kong 2: March of the Minis é a sequência do jogo de Game Boy Advance: Mario vs. Donkey Kong, que por sua vez é uma sequência do jogo de Game Boy: Donkey Kong. Apesar de ser mais orientado para quebra-cabeças, agora o jogador controla diversos Mini-Marios Toys com a touch screen ao invés do próprio Mario. O jogo também apresenta o retorno de Pauline, cuja última aparição foi no jogo de 1994: Donkey Kong, um remake para Game Boy do jogo original Donkey Kong.

Ficha Técnica
Mario vs. Donkey Kong: Minis March Again!
Plataforma: Nintendo DSi, via DSiWare
Lançamento: 2009
Mario vs. Donkey Kong: Minis March Again! é o terceiro jogo da série Mario VS. Donkey Kong. A sequência do jogo de Nintendo DS: Mario vs. Donkey Kong 2: March of the Minis. O jogo também é conhecido como Mario vs. Donkey Kong 3. Foi lançado através do serviço DSiWare download da Nintendo.


Ficha Técnica
Mario vs. Donkey Kong: Mini-Land Mayhem!
Plataforma: Nintendo DS
Lançamento: 2010
Mario vs. Donkey Kong: Mini-Land Mayhem! é o quarto jogo da série Mario VS. Donkey Kong é sequência do jogo de Nintendo DSi, via DSiWare: Mario vs. Donkey Kong: Mini-Land Mayhem!. O jogo também é conhecido como Mario vs. Donkey Kong 4. Neste jogo ele é vendido de cartucho novamente.
Em estilo similar ao de Lemmings, o jogo pede que o usuário modifique os cenários de forma a criar o melhor caminho para os bonecos automáticos, que seguem incondicionalmente o traçado montado para eles. Além de vários mini games que permeiam a experiência entre as fases da campanha.

















